Traduzindo a doença do corpo para descobrir a doença da alma

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Traduzindo a doença do corpo para descobrir a doença da alma

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Já reparou como os hospitais e farmácias vivem lotados de gente?

Já reparou como as pessoas adoecem com facilidade?

Pode ser que você esteja, nesse momento, enfrentando algum tipo de doença e tem se preocupado em buscar o melhor remédio para aliviar ou curar sua enfermidade. Pode ser que sua enfermidade precise de um longo tratamento e isso tem te tomado tempo, disposição e tomado seu dinheiro também. A gente sabe o quanto os remédios custam caro e o quanto as filas nos hospitais são longas.

Sinta-se fortemente abraçada… eu sei como é desafiador enfrentar uma doença, seja ela uma gripe que te paralisa ou até mesmo uma doença mais séria que ameaça não só, sua qualidade de vida, mas sobretudo sua própria vida.

Pode ser que você esteja acompanhando algum ente querido nessa luta contra a doença e sei que é muito sofrimento para vocês. Nada pior do que assistir alguém que a gente ama, sentindo dor e sofrendo.

A medicina avançou muito em vários aspectos, mas tem um aspecto que ainda é fortemente negligenciado.

Essa negligência tem sido um dos fatores responsáveis pela dificuldade de superar o adoecimento do corpo. Sobre isso que quero conversar com você.

Lamentavelmente, a medicina continua focada apenas no corpo físico, deixando de lado os cuidados necessários para além do corpo físico.

Então, vamos lá…

Você precisa entender que somos mais do que, apenas, corpo físico. Somos seres integrados e funcionamos com 4 corpos:

Corpo físico

Corpo mental

Corpo emocional

Corpo espiritual

A medicina tem como tarefa cuidar do corpo físico… mas, e os outros… como ficam?

Em geral, negligenciados… Esse é o grande problema?

A doença não começa no corpo físico… ela começa nos outros corpos que são mais sutis e por isso, em geral, são imperceptíveis.

Vou te dar um exemplo:

Quando surge uma enfermidade nos órgãos femininos, por exemplo, no útero… isso pode significar que essa mulher enferma tem vivido um adoecimento emocional ligado à sua sexualidade que não foi resolvido e, portanto, acaba por estabelecer um adoecimento no seu órgão correspondente.

Nesse caso, não basta um tratamento em seu órgão específico. É preciso cuidar da raiz do problema. Caso contrário, mesmo que a doença seja resolvida, o corpo em algum outro momento vai apresentar outra enfermidade ou voltar a ter o mesmo problema.

Sendo assim, é preciso colocar em perspectiva a integração dos cuidados físicos e mentais/emocionais.

Como faz isso Laura?

O melhor caminho seria o trabalho conjunto entre medicina e psicologia. Infelizmente, essa parceria acontece raramente e, exatamente por isso, assistimos as doenças aumentarem em gravidade e constância.

Diante dessa negligência preciso chamar sua atenção para essa questão. Não fique esperando que seu médico te oriente na busca de cuidar de suas dores emocionais. Tome a iniciativa e busque cuidar de sua dor raiz.

Vou te dar outro exemplo…

Se você fica gripada constantemente, toma remédio e ainda assim, gripa novamente… isso pode ser um sinal de que tem necessidade de alterar seu ritmo de vida. Você, provavelmente, tem usado todo seu tempo para segurar as pontas de muita gente e não tem se oferecido pausa para relaxar ou para se oferecer algum tipo de prazer.

Percebe o que estou falando?

Você precisa ter muita atenção cada vez que surge alguma dor física e quanto mais cedo você fizer isso, mais chance você tem de eliminar a doença.

Como faz isso Laura?

Quando surgir algum tipo de dor no seu corpo, você até pode tomar o remédio para aliviar ou tratar essa dor, porém, isso não basta!

Você precisa escutar a mensagem do seu corpo. Você precisa traduzir a doença do corpo e descobrir a doença da alma.

Separe um tempo para refletir sobre a sua dor. Pergunte ao seu corpo que mensagem ele está enviando. Busque o significado da dor. Quando você identificar a mensagem, trate de cuidar dessa questão. Caso contrário, o corpo vai precisar adoecer novamente para ser escutado.

Uma vez recebi uma cliente que por 3 vezes, se acidentou no pé. Isso fez ela ficar imobilizada numa cama… não podia caminhar.

Durante a terapia descobrimos algo surpreendente. Toda vez que ela estava prestes à ganhar uma promoção no trabalho que lhe renderia aumento considerável de salário, ela se acidentava.

A pergunta que eu fiz pra ela foi a seguinte:

Pra que serve isso?

Quando essa cliente decidiu, realmente, responder essa pergunta ela descobriu que não poderia melhorar financeiramente. Ganhar mais dinheiro era uma grande ameaça.

Pode parecer estranho… quem recusaria ganhar mais dinheiro, né?

No caso dessa cliente, ganhar dinheiro era um problema e sabe por que?

Porque ganhando mais dinheiro ela se sentia na obrigação de cuidar da mãe que vivia dificuldades financeiras e estava coberta de dívidas. Ela não sabia dizer “não” para a mãe.

Percebe o tamanho do problema emocional que essa cliente vivia?

A única forma de se manter afastada dessa obrigação, era evitar ganhar dinheiro.

Fizemos um trabalho profundo para que ela chegasse à uma conclusão. Sintetizando… ela percebeu que não era responsável pelas irresponsabilidades da mãe. Construiu sua decisão e aprendeu que poderia dizer “não” para a mãe.

Depois disso o que aconteceu?

Naturalmente, surgiu outra oportunidade de promoção no trabalho e dessa vez o pé não foi paralisado. Ela caminhou no seu desenvolvimento profissional, ganhou mais dinheiro e, com segurança sustentou sua decisão de não se responsabilizar pela vida da mãe.

Isso, aos olhos da sociedade pode parecer terrível… como assim, uma filha deixa a mãe nessa situação?

Pois é… a sociedade cobra… mas pense por outro lado…

Como assim, uma mãe pode fazer tanta confusão com a própria vida achando que sua filha tem a obrigação de salvá-la?

O fato é que toda doença física traz em si a mensagem de uma doença emocional. Nesse exemplo dessa cliente você consegue perceber por que é tão difícil enfrentar as próprias dores e, infelizmente, a maioria das pessoas preferem manter a doença física ao invés de enfrentar a raiz do problema.

E você… o que decide?

Enfrentar a raiz ou permanecer no ciclo repetitivo de adoecimento físico?

Laura Cavalcanti – Psicóloga

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